Fraude bancária digital, explicada por quem trabalha com prova
Em março de 2025, ao comentar o número da Febraban de R$ 10,1 bilhões perdidos em fraudes bancárias digitais e golpes com cartão em 2024, o diretor-geral da Polícia Federal chamou o fenômeno de cangaço digital. A expressão pegou porque descreve bem o que aconteceu: o crime organizado trocou o risco físico do assalto pela escala da fraude eletrônica.
Este site trata dessa migração em três frentes. Como a fraude funciona por dentro, do recrutamento de conta ao caminho do dinheiro. O que a regulação passou a exigir de quem move pagamento no Brasil, norma por norma, com prazo e efeito prático. E o que sobra de prova quando o prejuízo já aconteceu, que é onde a maioria dos casos é ganha ou perdida.
Todo texto aqui traz a fonte de onde a informação saiu, com link e data de acesso. Número sem origem rastreável não é publicado, e decisão judicial só entra com órgão, data e link para a fonte pública.
Para advogado
Norma vigente, decisão localizável e o que dá para provar tecnicamente. A parte de prova digital existe para essa leitura.
Para prevenção e compliance
O que as resoluções do Banco Central cobram na operação, e o custo de bloquear cliente legítimo tentando cumprir.
Para quem foi vítima
O que fazer nas primeiras horas, o que preservar antes de qualquer coisa e o que realmente costuma voltar.
Textos
MED e MED 2.0: como funciona a devolução de um Pix de golpe
O que o mecanismo cobre, o que mudou no MED 2.0, os prazos encadeados, por que o pedido é negado e o que fazer quando o bloqueio cai sobre quem não fez nada.
O que é cangaço digital: como o crime trocou o assalto pela fraude eletrônica
A expressão saiu da Polícia Federal em 2025 e virou termo de mercado. O que ela descreve bem, onde ela engana, e o que mudou na regulação desde então.
Caiu num golpe do Pix? O que fazer nas primeiras 48 horas
O que acionar primeiro, o que preservar antes de mexer no celular, qual é o prazo real do MED e o que costuma voltar. Checklist para a hora zero.
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